O valor também está nas peças pequenas
Um par de brincos pode usar poucos centímetros de corrente, duas bases, argolas e pingentes. Como cada parte parece barata, é fácil arredondar tudo e cobrar sem uma conta real.
O caminho mais seguro é descobrir o valor unitário de cada componente e somar apenas a quantidade usada.
Exemplo: um par de brincos
- Duas bases: R$ 3.
- Duas argolas: R$ 1.
- Dois pingentes: R$ 6.
- Parte da corrente: R$ 2.
- Embalagem: R$ 3.
Se uma cartela com 20 bases custa R$ 30, cada base custa R$ 1,50. Como o par usa duas, entram R$ 3 na conta. Faça o mesmo com os outros componentes.
Inclua montagem, acabamento e perdas
Considere o tempo para separar materiais, montar, conferir, fotografar e embalar quando essas tarefas fizerem parte da produção. Inclua também perdas normais, como uma peça que quebra ou perde o acabamento.
Se o trabalho daquele par vale R$ 10 e a parcela de despesas e taxas é R$ 5, o custo completo chega a R$ 30.
Do custo ao preço
Vendendo por R$ 42, o exemplo deixa R$ 12 para lucro. Compare esse resultado com a proposta da peça e com o mercado, mas não reduza o preço sem saber qual parte da conta será afetada.
Colocando em prática
Como o Meu Negócio Simples ajuda
Cadastre custo, preço e variações de cada peça. Nas vendas, registre a forma de pagamento e acompanhe quais modelos e cores saem mais, sem confundir itens parecidos.
O histórico ajuda a decidir o que produzir novamente e quais peças deixam um resultado melhor.
Precificar uma peça minha →Não trate toda variação como se fosse igual
Uma troca de material, banho, pedra, tamanho ou fecho pode mudar o custo. Quando a diferença for relevante, registre a variação corretamente em vez de usar um único custo para toda a coleção.
Precifique uma bijuteria com os seus números
Use o Meu Negócio Simples para colocar esta organização em prática sem complicar sua rotina.
Experimentar grátis →Os sete dias começam somente quando você registrar a primeira venda.